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Poemas

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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Billy Elliot (1999)

 Na Inglaterra dos anos 80 um menino de 11 anos, filho de um mineiro de carvão do norte, é obrigado pelo pai a treinar boxe, um esporte que ele não se dá muito bem, acaba conhecendo a magia do balé, quando a professora passa a ter que dar suas aulas no mesmo academia onde o boxe era realizado. É obrigado a enfrentar todo o preconceito de teu pai, teu irmão e todo o bairro, que acreditam que o balé é algo que só as mulheres poderiam fazer. Visto pela professora como um bailarino em potencial, ela o ajuda a dançar longe dos olhos dos outros, para que possa fazer a prova do Royal Ballet School, teu pai o proíbe até que Billy Elliot cria coragem para mostrar ao pai que tem potencial para a dança, quando ele passa a acreditar no filho e percebe que a professora estava correta e faz o possível para que seu filho faça a prova para a escola britânica.
Billy Elliot não é só um filme para se admirar, ele mostra que homens e mulheres podem fazer os mesmo trabalhos, ambos são capazes de desenvolver as mesmas tarefas sem problema algum, basta ter talento e perseverança para tal. Billy Elliot é um filme desenvolvido para quebrar barreras do preconceito sujo emaranhado na sociedade machista existente desde sempre. Mostrar, também, que não devemos depender da aprovação de ninguém para que façamos o que desejamos, pois se temos a facilidade, o desejo e o talento para determinada função, é porquê ela nasceu conosco, e não será a sociedade que lhe fará feliz, serão as suas escolhas, feitas desde cedo na vida e se algo não sair correto desde o início, não terminará bem, não nos deixará bem, feliz...
Jamie Bell (2014) 
Todas as imagens foram retiradas do Google Imagens.

domingo, 8 de junho de 2014

Os 3



Imagem: Google imagens
Hoje, por acaso, encontrei um filme nacional que nunca nem tinha ouvido falar, pudera, o povo brasileiro acha que cultura é o que é produzido fora do país, logo, o que é nosso, não é divulgado, sequer mencionado em lugar algum.
Com atores e autores desconhecidos (pelo menos pra mim) o filme é uma  incrível história no que pode acontecer quando amizade, profissionalismo e paixão se misturam. A história de três jovens universitários que, vindos de diferentes pontos do país, Cazé (Victor Mendes), Camila (Juliana Schalch) e Rafael (Gabriel Godoy) se conhecem na porta do banheiro de uma festa, Cazé o único que já encontrou um lugar para morar: um galpão abandonado, decidem morar juntos e criam entre si uma imensa amizade. Entretanto, há uma regra básica: não pode haver qualquer envolvimento entre eles, em nome da boa convivência. Cazé, Camila e Rafael andam tão juntos que logo são apelidados pelos colegas como se fossem um só, os 3. Já perto do fim do curso, Rafael pensa em se mudar por notar que sente algo por Camila. Com o fim da faculdade, sem ter recursos para se sustentar, os 3 aceitam transformar seu apartamento, e consequentemente seu dia a dia, num reality show baseado em um trabalho que apresentaram na faculdade. Percebendo ser esta a única chance de permanecerem juntos, eles topam. Patrocinado por uma grande loja de departamentos, que vê na juventude deles um excelente produto de marketing. Tudo o que eles usam no apartamento está à venda na internet atráves de um simples clique.
Aos poucos, com o sucesso,  a vida deles se transforma num palco cheio de verdades baseadas em mentiras e  de muitas mentiras que carregam um tanto de verdade. A ficção criada por eles se embaralha com a realidade e nem eles mesmo conseguem saber no que acreditar.
Imagem: Google imagens
Imagem: Google imagens





quinta-feira, 8 de maio de 2014

Hoje eu quero voltar sozinho



Imagem: Google Imagens
Há algumas semanas assisti ao longa metragem “Hoje eu quero voltar sozinho”, derivado do curta “Eu não quero voltar sozinho”, já que conheço há algum tempo. Não sei por quê não postei sobre ele aqui, se gosto muito do curta. Mas estou aqui para falar do longa.
Assim como o curta, no Longa Leonardo (Guilherme Lobo) é um adolescente cego que busca sua liberdade, porém ele tem uma mãe superprotetora que acha que por ele ser cego, deve ter limitações em tudo que faz. Leonardo não teve seus sentimentos despertos, mas, sua melhor amiga há anos, Giovana (Tess Amorim), sim. E tudo muda em suas vidas quando Gabriel (Fabio Audi) chega à cidade e à escola.
Imagem: Google Imagens
            O amadurecimento dos três jovens é o tema central do longa. Com delicadeza Daniel Ribeiro soube como discorrer a história onde um jovem teria tudo para ser um pessoa rancorosa, mas leva a vida leve e animada, além de saber lidar muito bem em se aceitar em uma questão bem delicada, sua sexualidade. Suas histórias são desenroladas ao decorrer do filme e não narradas, deixando-os livre de uma crônica como outra qualquer. E a homoafetividade encarada como natural pela maioria das personagens.
            Não há previsibilidade em seus paradigmas e para quem tem a sensibilidade à flor da pele, sentirá o quanto é humano a poética do não ver do filme, aflorando todos os sentimentos presentes no filme, onde a amizade, fidelidade e amor crescem.
Imagem: Google Imagens
            Hoje eu não quero voltar sozinho estreou num festival de Berlim, e como não poderia deixar de ser, estreou no Brasil com 2 prêmios, e já ganhou outro prêmio nos EUA, e pela beleza cinematográfica da atualidade brasileira, ganhará muitos outros, assim como o curta que é premiadíssimo pelo mundo.

Enquanto você não pode ver o filme, já que estreou apenas em algumas capitais do Brasil, delicie-se com o curta, para quem não conhece, e quem conhece, saboreie-o novamente.


sexta-feira, 31 de maio de 2013

Volver

Mais um filme de Pedro Almodóvar, este de 2006, vencedor de alguns prêmios e indicado ao Oscar também foi o filme que levou Penelope Cruz a ser a primeira atriz espanhola a ser indicada ao Oscar.
Volver (voltar) conta a história de Raimunda (Penelope Cruz), jovem mãe, bastante trabalhadora e atraente, mas também frágil emocionalmente, pois guarda um segredo terrível desde sua infância. Vive com um marido desempregado e uma filha em plena adolescência. As finanças familiares não vão muito bem, e assim Raimunda tem diversos empregos.
Sua irmã, Sole, é um pouco mais velha, tímida e receosa, ela  ganha a vida com um salão de beleza ilegal. Seu marido a abandonou e fugiu com uma cliente e desde então ela vive sozinha.
Paula é tia delas e mora em uma aldeia em La Mancha, onde toda a família nasceu. Uma aldeia castigada pelos ventos leste a causa direta do alto índice de insanidade registrado lá é responsável pelos diversos incêndios que devastam a área em todos os verões.
As duas irmãs vivem situações, inesperadas, intensas, melodramáticas, cômicas e emocionantes. (Sinopse da  caixa do filme) 
A cada cena é uma surpresa diferente, reviravoltas que ao nosso ver poderiam, a principio, serem coisas para atrapalhar a vida de Raimunda, mas podem ser coisas para melhorar a vida dela. 
Volver em português significa voltar, mas só a tradução da palavra não é o bastante para entender a verdade por trás da palavra, precisa ser visto.
E apesar de todo o drama que envolver a história, mortes, traições, mentiras, verdade e segredos, acima de tudo o ensinamento do perdão, o filme tem um leve toque de humor que vale a pena para um dia chuvoso e frio, um entretenimento maravilhoso, vale muito a pena ver VOLVER!







Todo sobre mi madre (Tudo sobre minha mãe)



Filme do grande cineasta Pedro Almodóvar, um dos mais premiados realizadores da história do cinema, venceu dois Oscar, dois Globo de Ouro, quatro BAFTA, quatro prêmios do Festival de Cannes e seis Goya, a honraria máxima do cinema espanhol, possui em sua filmografia 22 longas e 11 curtas, em 1999 ele lança Todo sobre mi madre (Tudo sobre minha mãe).

Esse longa surgiu de uma breve cena em A Flor do Meu Segredo, contando a história de uma mãe de luto que, depois de ler a última entrada no diário de seu filho morto sobre como ele quer conhecer seu pai pela primeira vez, decide viajar a Barcelona em busca do pai do menino. Ela deve dizer ao pai que teve seu filho depois que ela deixou há muitos anos, e que ele já morreu. Uma vez lá, ela encontra uma série de caracteres estranhos - um travesti, uma freira grávida, e uma atriz lésbica - tudo de quem ajudá-la a lidar com sua dor. O filme é levemente inspirado e A Malvada, estrelado por Bette Davis, declaradamente um dos filmes preferidos de Almodóvar. (Wikipédia)
Bem, Esteban completa 17 anos, para comemorar, Manuela (Cecilia Roth), sua mãe, o leva ao teatro para ver a peça "Um bonde chamado desejo". Enquanto esperam um autógrafo da atriz que interpreta Blanche Dubois, Huma Rojo (Marisa Paredes), Manuela confessa a Esteban estar emocionada, pois interpretou esse mesmo papel há 20 anos, junto do pai dele, de quem Esteban não sabe nada. Como presente de aniversário, Manuela prometeu contar a ele tudo sobre seu pai. Mas um acontecimento inesperado a impede de falar com  Esteban. Desde esse dia Manuela guarda um caderno de seu filho com anotações para uma história intitulada Tudo sobre minha mãe, e promete a si mesma sair em nusca de "Lola", que antes se chamava também Esteban e agora como travesti, se apresenta como mulher e é o pai de seu filho.
Tudo sobre minha mãe mostra situações e personagens únicos que sem dúvida possuem um realismo que provoca risos e lágrimas. É com certeza um filme onde descobrimos algo sobre nós mesmos. (sinopse da contra capa do filme)
De ínicio o filme é meio confuso, não se entende a história até o desenrolar de Manuela, que resolve voltar a Barcelona e contar à Lola sobre o filho que tiveram...
Um forte drama de uma mãe atrás do pai de seu filho, é emocionante, enoção a flor da pele, trás lágrimas aos olhos, aos mais sensíveis, em algumas cenas.
Como sempre Almodóvar nos trás histórias surpreendentes, histórias que se cruzam com a principal, e são tão fortes quanto, unindo-se... Além de ter que aguentar com força sua história, Manuela necessita ajudar as pessoas ao seu redor, que necessitam de ajuda tanto quanto ela, que precisam ser fortes tanto quanto ela.
Tudo sobre minha mãe é um filme que todos deveríamos ver, pois é uma história de superação, de seguir em frente como deve ser sempre! Simplesmente, amei o filme!!!


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Os vingadores (The Avengers)

E esse feriado me serviu para sair com amigos, bem, na primeira noite, na segunda-feira, fomos ao cinema para   ver Os vingadores, ao chegarmos, todas as sessões esgotadas, o que fazer, né? Sentamos num barzinho e ficamos conversando por um tempo (4horas). Alegres (não de beber) apesar de não termos feito o combinado, fomos embora, marcando o cinema para o dia seguinte em um cinema diferente, ok. Na terça-feira do feriado, estávamos felizes na fila quando recebemos a informação de que a próxima sessão estava esgotada e a seguinte seria dali a 3horas, o que fazer nessas horas? Bem, concluímos que: Se as sessões estavam ficando tão lotadas é porque o filme realmente é bom, desistimos? Não! Somos brasileiros! Fomos para uma lanchonete, afinal estava fazendo 20º e ninguém queria andar na chuva, ficamos as 3horas sentados na tal da lanchonete até voltarmos ao cinema. Agora sim a parte principal desse post.
E não é que o tal do filme é MA-RA-VI-LHO-SO?! O filme é engraçado, o tem ação, é bem produzido, os efeitos especiais, a fotografia, os atores... Não tenho do que reclamar, é um perfeito! E valeu a pena esperar as 3horas para assisti-lo!
Bem, esse filme foi escrito baseado na equipe de super-heróis homônima da Marvel Comics, o grupo é em certo sentido uma resposta da Marvel para a Liga da Justiça, editada pela DC Comics. Mas o filme em si trata, primeiramente, da história de Nick Fury (Samuel L. Jackson), diretor da agência de espionagem SHIELD, que chega a um centro de pesquisa remoto durante uma evacuação. O Tesseract, uma fonte de energia de potencial desconhecido, já ativada, abre um portal através do espaço, do qual o deus nórdico exilado Loki (Tom Hiddleston) ressurgia. Loki leva o Tesseract (conhecido nos quadrinhos como Cubo Cósmico), e usa suas habilidades para controlar as mentes de várias pessoas da SHIELD, inclusive o agente Clint Barton/ Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), e o consultor físico Dr. Erik Selvig (Stellan Skarsgard), a fim de que eles o ajudassem em sua fuga.
Em resposta ao ataque, Fury reativa a Iniciativa Vingadores. A agente Natasha Romanoff/Viúva Negra (Scarlett Johanson) é enviada até a Índia para recrutar o Dr. Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo), enquanto o agente Philip Coulson  (Clark Gregg), vai até Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) e pede que ele veja a pesquisa do Dr. Selvig. Fury vai até Steve Rogers/ Capitão América (Chris Evans), com uma missão para recuperar o Tesseract de Loki. Durante seu exílio, Loki encontrou os Chitauri, uma raça alienígena buscando conquistar a Via Láctea com o Tesseract. Em troca da Tesseract, os Chitauri concordam em ajudar Loki a dominar a Terra.
Capitão América, Homem de Ferro e a Agente Romanoff viajam para a Alemanha para exilar Loki, que está recuperando irídio necessário para estabilizar o poder de Tesseract e exigindo que os civis se ajoelhem diante dele. Depois de uma batalha com o Capitão América, Loki se rende e é escoltado de volta para um avião da SHIELD. No entanto, Thor (Chris Hemsworth), irmão adotivo de Loki e o deus nórdico do trovão, chega e tenta tirar Loki do avião para conversar com ele. Homem de Ferro e Capitão América enfrentam Thor, Loki e, eventualmente, é devolvido ao Helicarrier, porta-aviões High-Tech, e colocado em uma cela projetada para prender o Hulk.
Daqui por diante é melhor eu deixar a mercê do espectador que terá muita ação! Eu simplesmente digo que vale a pena ir ao cinema para ver esse filme, é espetacular, fiquem com um gostinho do Trailer.

sábado, 28 de abril de 2012

Encantada (Enchanted) - Disney

Eu sempre fui um apreciador de desenhos animados, e me impressiona não ter postado nenhum que eu tenha gostado antes. Mas para meu primeiro post sobre um desenho, não poderia começar melhor, essa noite eu vi Encantada, sim, como sempre, estou atrasado, o filme foi lançado em 2007 e conta a história de Giselle (Amy Adams). 
O filme tem início no reino animado de Andalasia, onde conhecemos a bela princesa Giselle,que se apaixonou por Edward (James Marsden), o príncipe do reino. Infelizmente, os planos de casamento dos dois são frustrados pela Rainha Narissa, a madrasta de Edward. Não querendo que seu enteado casasse, por medo de perder a coroa, ela usa suas práticas em magia negra para se transformar em uma velha e atrair Giselle no dia do seu casamento para o que ela chama de um poço dos desejos. Quando Giselle se aproxima do mesmo, ela é jogada lá dentro por Narissa, e vai parar no mundo real em plena Times Square como um ser humano de verdade.
Totalmente perdida em um mundo hostil, a inocente princesa acaba simpatizando o procurador de divórcios Robert (Patrick Dempsey). Com pena da jovem, ele a leva para seu apartamento com sua filha Morgan. Enquanto o cínico procurador e a inocente princesa começam a passar mais tempo juntos, eles começam a se apaixonar um pelo outro. Mas o que ela não sabe é que o prícipe Edward resolveu unir uma equipe de busca para recuperar sua noiva perdida, dentre os quais estão Nathaniel (Timothy Spall) e Pip (um esquilo) então eles também pulam no poço de Andalasia e vão parar em Nova York como um príncipe de verdade e sua corte real e aí já viu a confusão que dá com personagens do conto em uma cidade movimenta e tecnológica como Manhattan.
Isso me faz lembrar Once Upon a Time, que em nada tem a ver com esse filme, a não ser pelo fato de serem mandados para o nosso mundo, mas será que foi inspirado a partir de Encantada? Mas   intertextualidades a parte, é um filme muito bom de se ver, leve e cenas engraçadas, o que mais poderiamos esperar de um filme da Disney? Vale a pena assistir, logico quem gosta de animação, apesar de boa parte do filme ser no mundo real, mas acredito que quem não gosta de desenho também não gosta de romance, então... Sei lá, é só uma suposição!



sábado, 21 de abril de 2012

     Depois de 2 meses sumido do Blog, estudando para concurso, faculdade, vendo séries que estavam atrasadas,   estou de volta (espero), E para começar vou falar de um filme que vi, Era uma vez... É estou um pouco atrasado! Este filme foi lançado em Julho de 2008, lembro que na época estava com vontade de ir ao cinema ver, mas minha dependência não deixou, preciso de sempre ter alguém comigo... Mas isso não vem ao caso!
       O filme conta a história de amor verdadeiro entre Dé (Thiago Martins) que é um menino nascido e criado na favela do Cantagalo, no Rio de Janeiro. Ainda criança Dé vê seu irmão ser assassinado por um traficante por conta de uma briga num jogo de futebol. Seu outro irmão, Carlão (Rocco Pitanga), é expulso da favela e acaba preso por sua culpa. Disposto a levar uma vida honesta, Dé trabalha num quiosque na praia de Ipanema e lá se encanta por Nina (Vitória Frate), um menina rica que mora num prédio em frente ao quiosque. Dé e Nina acabam se envolvendo e com isso enfrentando todas as dificuldades de um romance "proibido" por conta de sua desigualdade social.
     Achei a hitória do filme muito boa, o desenvolvimento e as locações... Ipanema-RJ, impossível ser feio, né?!  Fiquei surpreso com o fim, mas ser surpreendido é muito bom, já que sempre esperamos que o fim seja com a típica frase de "e foram felizes para sempre!" Apesar de ter ficado supreso com o fim, vale a pena assitir ao filme em um dia de domingo, vamos combinar que assistir até a Jackass é muito melhor do que ao Faustão e qualquer outro programa de domingo.
Pra quem gosta de um romance, essa é minha dica!


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Black Swan - Cisne Negro

O atrasado!
Tenho curiosidade em saber porque muitas pessoas saíram chorando do cinema ao verem esse filme!
Sim sei que é um forte drama da bailarina que levou a vida toda para chegar onde queria, que a mãe dela a pressionava, mas a fim de chorar... Acho que foi o mesmo fato que fez muitas pessoas chorarem com Titanic.


Bem, vamos a sinopse. Nina Sayers (Natalie Portman) é bailarina de uma companhia novaiorquina de balé. Sua vida, como a de todos nessa profissão, é inteiramente consumida pela dança. Ela mora com a mãe, Erica (Barbara Hershey), bailarina aposentada que incentiva a ambição profissional da filha. O diretor artístico da companhia, Thomas Leroy (Vincent Cassel), decide substituir a bailarina principal, Beth MacIntyre (Winona Ryder), na apresentação de abertura da temporada, O Lago dos Cisnes, e Nina é sua primeira escolha. Mas surge uma concorrente: a nova bailarina, Lily (Mila Kunis), que deixa Thomas impressionado.
O Lago dos Cisnes requer uma bailarina capaz de interpretar tanto o Cisne Branco com inocência e graça, quanto o Cisne Negro, que representa malícia e sensualidade. Nina se encaixa perfeitamente no papel do Cisne Branco, porém Lily é a própria personificação do Cisne Negro. As duas desenvolvem uma amizade conflituosa, repleta de rivalidade, e Nina começa a entrar em contato com seu lado mais sombrio, mexendo com seu psicológico. Em sua busca pelo seu lado obsceno, Nina acaba causando um conflito dentro de sua conturbada mente, e nessa obcessao em criar um cisne negro, ela pode acabar destruindo sua sanidade.
Devo concordar que ela mereceu o Oscar de melhor atriz! Gostei do filme mas não é nada de muito impressionante com diziam. E se eu não soubesse não diria que Winona Ryder está no filme, acho que é não sou muito bom com rostos...
Vale a pena ver, apesar de algumas cenas fortes e desnecessárias dos machucados dela. Não gosto de ver isso! 

Filme legendado:http://www.mediafire.com/download/ci4r682cqw2xqtq/Cisne_Negro.legendado.rmvb.torrent

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Sex and the city 2

E hoje como prometido...
Eu não entendo porque a critica não gostou desse filme! Gente, ele é bom igual ao outro, pelo menos eu gostei! De começo, o que é Liza Minnelli fazendo a Beyoncé? "Hilarious!"
Então, a história desse filme é a seguinte: Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) está casada com Mr. Big (Chris Noth) há dois anos. Eles estão bem, mas Carrie começa a sentir o desgaste do convívio diário a dois. Sentindo falta da vida agitada de quando era solteira, ela também passa a ter ciúmes do marido quando o vê flertando com Lydia (Penélope Cruz), em uma festa. Paralelamente, Samantha (Kim Cattrall) é convidada por um sheik a visitar a cidade de Abu Dhabi. Ela aceita a proposta, desde que possa levar suas amigas Carrie, Charlotte (Kristin Davis) e Miranda (Cynthia Nixon). Assim o quarteto parte para um país cuja cultura é bem diferente da qual estão acostumadas, especialmente em relação ao tratamento à mulher e ao sexo.
Acho que as criticas foram para o fato de o filme ter acontecido a metade do tempo fora de New York, mas mesmo assim elas continuaram a ter suas questões, seus problemas, suas ações e tudo o que elas sempre tiveram em Nova Iorque.Acho que não tem nada que eu não tenha gostado nesse filme, não tenho nada a reclamar!
Eles souberam aproveitar bem a paisagem de Abu Dhabi deixam as quatro "meninas" mais lindas, mais deslumbrante do que já são, prova disso são os posteres do filme, gostei mais desses do que do primeiro!Ainda estou tentando entender porque a critica não gostou, o filme é cômico  romântico, erótico e uma pitada de traição... Enfim, tudo que todo mundo gosta! Mas há pessoas que acham que não devemos gostar por que é simplesmente um filme Norte Americano, sei que tem filmes nacionais bons, eu mesmo já falei disso aqui, mas vamos combinar que Hollywood tem filmes perfeitos também, não é?! Acho que para poder falar mal tem que assistir, só isso! E tenho dito! Amei o filme e pronto.


domingo, 9 de outubro de 2011

Sex and the city (O filme)

Assim como o seriado, o filme é leve, engraçado, sentimental, é inexplicável. As coisas acontecem rapidamente, não ficam enrolado os acontecimentos, e o melhor de tudo é que no inicio eles fazem uma síntese do que aconteceu na série para depois iniciar a história do filme, que é meio  uma continuidade de como o a série acabou. 
Como a maioria já sabe, Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) é uma escritora de sucesso obcecada por moda, que vive em Nova York. Assim como suas amigas Samantha Jones (Kim Cattrall), Charlotte York (Kristin Davis) e Miranda Hobbes (Cynthia Nixon), Carrie tenta equilibrar o trabalho com seus relacionamentos. Porém no filme Carrie já vai casar com Mr. Big, ou melhor John James Preston (Chris Noth), nome esse só agora revelado, mas no dia ele não consegue entrar na biblioteca (sim, ela se casaria na biblioteca municipal) e vai embora depois de deixa r a caixa de mensagem do celular da Carrie lotado, celular esse que a filha adotiva de Charlotte escondeu em sua bolsinha. Samantha então decide com , Charlotte, Miranda e Carrie irem ao México aproveitar o quarto que estava reservado para a lua de mel, e é aí que a história toda se desenvolve, quando elas voltam para Nova Iorque...
Vale a pena assistir a esse filme, é muito, muito, muito... emocionante! Ou sei lá, não tenho a palavra certa para descreve-lo! Mas assistam, não antes de assistir a série completa! E só mais uma curiosidade, a bicicleta continua na porta do apartamento da Carrie, porque será?
E amanhã comento o segundo filme! Até amanhã...



sábado, 10 de setembro de 2011

Amor em tempos de guerra (Un amour à taire)

Não sei nem como começar a escrever sobre esse filme, impactante? Emocionante? Chocante? Forte? Não sei a palavra certa a ser usada.

Filme francês, produzido para a televisão francesa em 2005 conta a história da jovem judia, Sarah (Louise Monot), que está escondida por um amigo, Jean Lavandier (Jeremie Renier) e seu companheiro Philippe (Bruno Todeschini) membro da resistência francesa, depois que sua família foi morta pela SS (Organização nazista) e trabalha na lavanderia gerido pela família Lavandier. Jacques (Nicolas Gob), irmão de Jean, foi libertado da prisão e colaborador dos nazistas. Por ciúmes, ele prendeu seu irmão, mas imagine as conseqüências: Jean Gay , é injustamente acusado de ser o amante de um oficial alemão, e deportado para um campo de concentração para ser reeducado ou em outras palavras "virar homem" enquanto seu companheiro é morto, sua amiga casa-se com seu irmão tendo um filho dele e Jacques sendo preso e se enforcado na prisão, Jean volta do campo de concentração depois de ter sofrido torturas, sendo uma delas a lobotomia, Jean não resiste e morre em casa, em frente ao seu pai que não o aceitava de inicio, sua mãe e sua amiga Sarah.
Sinceramente, se eu soubesse que o filme é tão forte, tão tudo que eu não sei explicar, eu não o teria visto, mexeu muito comigo, e eu acho que não gosto dessa sensação que estou sentido, mas uma coisa o filme me fez sentir, um ódio tão grande, um desprezo tão grande, sei que desnecessário, mas sim, depois de ter lido O menino do pijama listrado, A menina que roubava livros, e agora esse filme, eu não consigo imaginar alguém como Hitler. E sim, sinto nesse momento um ódio, desnecessário, talvez, por ele. E o pior, ainda há na terra pessoas que pensam desse mesmo jeito, que acha que se deva fazer sim o que ele fez! Todos sabemos a versão dos Judeus que foi a pior, mas também houve, talvez na mesma proporção, com os gays.
Acho melhor eu parar por aqui, o post era para ser sobre o filme e prolonguei-o.
Mas o filme é maravilho, apesar de tudo que eu disse, vale a pena ver! Sua fotografia, interpretação e direção de arte são fabulosos!

domingo, 21 de agosto de 2011

Bonequinha de luxo (Breakfast at Tiffany's)

EUA, 1961.
Holly Golightly (Audrey Hepburn) é uma garota de programa nova-Iorquina que está decidida a casar-se com um milionário. Perdida entre a inocência, ambição e futilidade, ela toma seus cafés da manhã em frente à famosa joalheria Tiffany`s, na intenção de fugir dos problemas. Seus planos mudam quando conhece Paul Varjak (George Peppard), um jovem escritor bancado pela amante que se torna seu vizinho, com quem se envolve. Apesar do interesse em Paul, Holly reluta em se entregar a um amor que contraria seus objetivos de tornar-se rica.
Bem... Não quero que nenhum fã desse filme me julgue mau, mas esse filme não me cativou de maneira alguma! Acho que ele serviu muito para a época, onde todos estavam estonteantes com o glamour, mas hoje em dia, acho que não daria certo, sim sei que ainda há muita gente com isso na mente, mas acho que menos do que antigamente. Sei lá, não sei também se eu sou uma pessoa apta a falar bem ou mau de qualquer coisa, mas estou falando o que eu acho pelo que vi no filme, um melodrama que não me cativou e nem me prendeu no sofá durante todo o filme, pois fui várias vezes ao banheiro e à cozinha sem nem apertar o pause do controle.
Acho que hoje em dia clássico algum daria muito certo, né?! Por isso que é chamado de classico, para ficar lá, guardadinho numa estante só para você dizer que tem, e se dizer uma pessoa culta, que pra mim, ser culto não é só ter conhecimento das artes, mas enfim...
E pra não falar que nada me encantou, vou dizer, como bom romântico que sou, o final me emocionou sim, aquela classica cena em que um dos dois fingem não ter mais interesse pelo relacionamento, e sai de baixo de chuva, e o outro pensa um pouco e sai atrás do outro dizendo "sim, sim, eu te amo! Eu te quero!", nesse filme não tiveram essas palavras, mas ficou subentendido!
Então é isso, quem gosta, admiro por isso, mas eu entro na classe dos que não gostaram! E quem não viu,  veja, mas só se não tiver nada melhor pra fazer, tipo eu, domingo chuvoso, nada pra ver na televisão, vou ver Bonequinha de Luxo! Bon appétit






sábado, 30 de julho de 2011

A Órfã (Orphan)

Acho que já disse aqui que não gosto de filmes de terror e nem de suspense, me deixam agitado e, confesso, me  dão medo! Mas, eu assisti um há alguns meses que gostei muitíssimo, A órfã.
A história é a seguinte:
Kate (Vera Farmiga) e John Coleman (Peter Sarsgaard) ficam arrasados devido a um trágico aborto. Apesar de já ter dois filhos, Daniel (Jimmy Bennett) e a surda muda Maxime (Aryana Engineer), o casal decide adotar uma criança. Durante uma visita a um orfanato, os dois se encantam pela pequena, meiga e talentosa Esther (Isabelle Fuhrman) de nove anos e optam rapidamente por sua adoção, ou ela que os tem adotado?. O que eles não sabiam é que estranhos acontecimentos fazem parte do histórico da menina que passa a se tornar, dia após dia, mais misteriosa. Quase na mesma hora que eles levam para casa a menina Esther, uma série de eventos começam a acontecer, intrigada, Kate desconfia que Esther não é quem aparenta ser,  Preocupada em proteger sua família, a mulher tenta convencer John a investigar o passado de Esther, mas devido ao seu passado de alcoolismo tem dificuldades de provar sua teoria, ele não dá atenção a seus alertas até que possa ser tarde demais… para todos.
Desse filme não vou falar muito para os amantes de um bom terror possam ficar curiosos para ver, sem saber antes o que acontece no decorrer do filme e muito menos no final, mas #ficaadica.