Social Icons

twitterfacebookgoogle pluslinkedinrss feedemail

Poemas

Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Cartas Extraviadas e outros poemas - Martha Medeiros

É certo que estou lendo menos livros esse ano, mas no inicio do mês eu resolvi ler alguns poemas e nada melhor do que Martha Medeiros atualmente, certo? Tudo bem que o livro já tenha 3 anos de lançado, mas só agora o comprei. E foi uma comprar maravilhosa, além da edição pocket que eu comprei ter sido barato, é uma leitura leve e descontraída, e até me encontro em alguns poemas, ler as cartas também é uma coisa de outro mundo!
Apenas como um aperitivo segue o poema 11.


um quase silêncio, o dia nublado
reflexo dos meus olhos em vidros embaçados
repentina clareja, vejo de ambos os lados
somos duas pessoas sentindo tudo errado

Martha Medeiros

Quem gosta de poemas deve ler Martha, deve ler esse livro!


quarta-feira, 27 de junho de 2012

EU - Ricky Martin

No meu aniversário do ano passado ganhei a biografia do Ricky Martin que estava muito afim de ler, não por achar, como muitos, que teria muita putaria, que ele colocaria podres, de muitas pessoas, para fora e blá blá blá blá blá... Eu queria realmente saber como foi a infância dele, já que ele começou muito cedo na carreira artística, a adolescência, a fase dele se reconhecer como gay, até o momento de se assumir. Muita gente achou que ele se assumiu antes de lançar o livro e seu novo CD para fazer marketing, pode até ter sido, mas que todos nós já esperávamos por isso, ah, esperávamos, pois não há homem no mundo que tenha um desejo descomunal de ter filhos e não de casar ("heteramente" falando, eu desconfiava até de Michael Jackson!) como ele fez.
No livro ele conta tudo isso e, ao contrário que todos pensam, ele não é homossexual, ele é bissexual, sim, no livro ele conta dos relacionamentos que ele teve com mulheres, que já foi amante de uma no México (sem dar nomes) da crise de identidade durante o Livin' la vida loca, como foi se aceitar e a aceitação familiar, nada muito polêmico, até os casos que ele teve com homens (novamente sem citar nomes). Mas há uma coisa no livro que eu não sabia e com certeza metade da população conhecedora desse maravilhoso artista é que, ele não só pensa em dinheiro, em enriquecer e esquecer o mundo, ele tem uma fundação que ajuda crianças prostituídas ao redor do mundo, e ao que ele mostra ele tem grande preocupação humanitária.
Eu li uma critica do Rubens Ewald Filho  que não gostei muito, ele critica, literalmente, o livro o tempo todo, claro, ele está acostumado a ler livros "cabeça", escrito por escritores e/ou repórteres de verdade, coisa que Ricky Martin não, ele não escreveu esse livro no intuito de agradar aos críticos, livro foi feito para os fãs dele o conhecer melhor, para que as pessoas possam abrir a mente e ver que não é porque ele é gay que ele não é uma boa pessoa, que ele não pode ser pai, que ele não possa fazer certas coisas que são destinadas as pessoas "normais" (ler-se heterossexuais). 
Eu acredito que ele tenha alcançado o objetivo dele, de se expor para mostrar as pessoas que ele é um ser normal, que não é a sexualidade que molda o caráter das pessoas, e sim Rubens o livro também serve para passar "A mensagem é: não há nada de errado em ser homossexual, por favor, não se mate[...]" e é justamente isso que torna o livro interessante, apesar de ter muita coisa tratada superficialmente.
Acho que depois desse comentário todo, nem preciso dizer que eu gostei do livro e ele fica lindo na minha estante. 
E não esquecendo, o CD MAS (Musica+Amor+Sexo) também é muito bom, mas acho que posso fazer um post separado para ele!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Os delírios de consumo de Becky Bloom (The secret dreamworld of a shopaholic) - Sophie Kinsella


Como começar a escrever sobre esse livro? Sinceramente, não sei, acho que começarei pela minha opinião, ou será melhor a sinopse? Oh, dúvida.
Bem o livro conta a história de Rebecca Bloom,  uma jornalista financeira que durante o dia, ensina às pessoas como administrar seu dinheiro e no fim-de-semana, transforma-se em uma consumidora compulsiva. Rebecca Bloom não resiste uma liquidação! Quanto mais inútil, melhor! Para ela, o mundo todo enxerga os detalhes da alça de seu sutiã, combinando com as cores de seus sapatos (futilidade). Mas seu salário nunca é suficiente para pagar suas extravagâncias. Endividada até a alma, Rebecca, ou Becky, vive fugindo do seu gerente de banco e procurando fórmulas mirabolantes para pagar a fatura do cartão de crédito. 

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é um pouco da história de todas as pessoas para as quais comprar é quase uma terapia, a resposta para todos os problemas, mesmo criando outros piores ainda. Entre eles, inventar a próxima desculpa para o gerente do banco: - "Meu pé quebrou! Você não recebeu meu cheque? Meu cachorro morreu!", são alguns dos argumentos usados por Becky para enrolar seu gerente Derek Smeath. Mas a personagem de Sophie Kinsella não é apenas uma "material girl" que só pensa em dinheiro e futilidades. Rebecca vai fazer de tudo para resolver seu problema. Primeiro, tenta reduzir seus gastos a zero, o que logicamente, não funciona. Diante disso, ela resolve que precisa ganhar mais dinheiro, mesmo sabendo que seu emprego está ameaçado. Nesta, todos os seus problemas se resolveriam de imediato ao ganhar na loteria, ou se um completo estranho pagasse sua conta do Visa - por engano, claro. Como se não bastasse, em meio a tanta confusão, Becky ainda arruma tempo para se apaixonar pelo sedutor - e expert em finanças - Luke Brandon. Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é um romance, que retrata com grande parte das mulheres que conhecemos. 
Sim, não vou negar que tem partes engraçadas em que ela tenta reduzir seu consumo, não comprar sapatos, não comprar roupas, economizar na comida, alias, fazer comida, ao invés de comer fora, e blá blá blá blá... Apesar disso, não gostei do livro, fica nessa mesmice o tempo inteiro, é ela com o sua paixonite aguda e seu consumismo diário, não sei se não sou uma mulher ou consumista ao extremo como ela para gostar da história, ou se o livro é chato mesmo, apesar de as pessoas que me indicaram, disseram que era maravilhoso, desculpe, mas não vi essa maravilha toda e o pior é que há uma continuidade! Essas mesmas pessoas não gostaram do filme, talvez  do filme eu possa gostar, pois deve acontecer mais rápido, mais dinâmico, sei lá, verei e contarei para vocês e quem se interessou, boa leitura, espero que goste, por que eu...

quinta-feira, 26 de abril de 2012

A senhora do Jogo (The mistress of the game) - Sidney Sheldon e Tilly Bagshawe

O livro foi escrito a pedido dos herdeiros de Sidney Sheldon. Conta com uma continuidade da família que construiu o império chamado Kruger-Brent do livro "O Reverso da Medalha" de 1982, criada gerações antes por Jamie McGregor - Escocês que migrou para a Africa do Sul.Fazendo fortuna com seu império de diamantes. - Está nas mãos de Peter Templeton que prova não ter aptidão nenhuma para os negocios da familia.
Kate Blackwell filha de Jaime McGregor deixa a herança para a neta Alexandra e exclui Eve (a gêmea má) do testamento. Alexandra tem dois filhos com Peter Templeton: Robert e Lexi os herdeiros da Kruger-Brent. Eve tem um filho com o cirurgião Keith Webster: Max o qual usa para concretizar sua vingança por ter sido excluida da herança da família. Max cresce odiando seus primos por incentivo de sua mãe, mas acaba se apaixonando pela prima.
A história conta também a saga de Gabriel McGregor sobrinho-neto de Jamie McGregor que resolve fazer fortuna para deixar a miséria em que vivia. - Ao deixar a Escocia Jamie foi tachado como louco pelos irmãos, somente sua irmã e sua mãe o apoiaram. Com a morte destas, jaime abandona a família sem nenhum tostão.- Diferente de seus pais que viveram amargurados por não terem sido incluidos na fortuna de Jaime, Gabe deixa sua terra decidido a esquecer o passado e se tornar feliz. Mas em meio a sua busca o passado se depara com ele e sua vida é balançada por um furacão chamado Kruger-Brent.
A história é bem amarrada e envolvente, quando menos se espera alguma coisa ainda maior que aconteceu anteriormente ocorre. Surpresa atras de surpresa, apesar de o livro deixar bem claro a ganancia e o lado mau que cada um tem, ele também mostra o lado humano e sentimental. Eu, particularmente, fiquei bem envolvido com a história, a cada página me surpreendia com a continuidade e as novidades, pois todo capitulo aparece alguém que não havia aparecido antes, só não conto mais para que possam ficar com curiosidade e sede de lê-lo, vale a pena! E mais uma vez agradeço a Monique Bomfim por me apresentar mais uma história e autor maravilhoso! Espero que façam um filme (muito bem feito) dessa história, seria tudo de bom!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Percy Jackson - Os Olimpianos - O ladrão de Raios (Ricky Riordan)

O Ladrão de Raios - Percy Jackson

Percy Jackson é um menino de 12 anos que foi expulso do colégio interno, outra vez, depois de muito aprontar na escola, após ter cravado uma espada no peito da professora de matemática num dos passeios da escola e vê-la virar pó, mas ninguém se lembrar dela e ouvir seu melhor amigo e seu professor de latim, o preferido, conversar, numa noite, sobre Benevolentes, solstício de verão e algo como ele estar correndo perigo de vida.
Assim começa a história, resumidamente, de O Ladrão de Raios, um livro infanto-juvenil que agrada de crianças a adultos em todo o mundo não por acaso. Uma história dinâmica, cheia de ação e suspense no drama de Percy Jackson, que depois de perder sua mãe numa luta, é lançado a um campo de treinamento descobrindo ser filho de um dos deuses do Olimpo. É lá que a história começa a fazer sentido e a se desenrolar melhor, onde Percy passa a entender quem ele é, mas não para por aí, ele precisa ajudar a resolver uma briga dos deuses, onde Zeus acredita que tenha sido Poseidon quem roubou seu raio-mestre, tendo apenas 10 dias para cumprir essa missão.
E com a ajuda de um sátiro, seu melhor amigo, e a filha de uma deusa que Percy precisa encarar seu pai, que o abandonou, resolver o enigma do Oráculo e ainda desvendar uma traição. Pior que a fúria dos deuses.
O Ladrão de Raios é um best-seller envolvente onde a história desenrola rapidamente no decorrer do livro, sem deixar tudo para o final. Uma história que vale a pena ler, principalmente para quem gosta da Mitologia Grega.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Emma - Jane Austen

Li este livro para a faculdade, antes de começar a lê-lo tive vários pré-conceitos, já que o livro foi publicado pela primeira vez no século XIX, mais precisamente no ano de 1815. 
Emma Woodhouse é inicialmente descrita como bonita, inteligente e rica, mas pra mim, na verdade ela era mimada! Ela acredita que nasceu para juntar pessoas, e é assim que o romance começa, com o casamento de sua amiga e governanta com o Srº  Weston. E nessa função de cupido Emma tenta aproximar sua nova amiga Harriet Smith, uma doce, mas não muito brilhante adolescente de 17 anos, de Mr. Elton, o pároco local. Emma tenta convencer Mr. Elton, aos poucos, de que as constantes atenções são resultantes da atração e do amor crescente que Harriet lhe dispensa. Sente, porém, que vários eventos podem atrapalhar seus planos, e assim persuade Harriet a recusar uma vantajosa proposta de casamento, com o gentil e jovem fazendeiro Mr. Martin, que Emma decide não ser adequado para Harriet, convencendo-a a rejeitá-lo. O que Emma não esperava era que srº Elton estivesse interessado nela e não em Harriet.
Entre um acontecimento e outro em meio a muitas fofocas Harriet confidencia que pensa em Mr. Knightley com amor, o ciúme faz com que Emma perceba em si mesma o amor por ele. Ele a ama por longo tempo, e após o relacionamento de Jane e Frank ser revelado, Mr. Knightley propõe casamento a Emma, que aceita.
Eventualmente, Harriet se reconcilia com o jovem fazendeiro Mr. Martin, e eles casam. Jane e Emma se reconciliam antes de Jane e Frank irem para Yorkshire. Finalmente, Emma e Mr. Knightley decidem que, após o casamento, vão viver com o pai de Emma em Hartfield, ao invés de morar na propriedade de Knightley, em Donwell.
E sim, achei o livro chatinho... É legal para se ler quando você está com insonia, o sono vem rapidinho, a história é até interessante, mas, a mim não agradou o desenrolar... Sei lá o que houve, talvez fosse o meu momento que não estava preparado para ler uma história dessa, talvez, não sei, mas tá aí a dica, quem quiser tirar a duvida e ler, leia!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

A menina que roubava livros (The book thief) - Markus Zusak

Este livro foi lançado em 2007 (no Brasil), eu o tenho desde 2009, isso mesmo, comprei em uma promoção! Mas eu não conseguia ler-lo até o fim, sempre começava, mas no 3º capitulo, não aguentava e parava. Ele faz parte da minha história de que, mesmo que eu não goste eu tenho que ter lido até o fim para saber a historia completa, e ter uma opinião mais completa. Pois bem, aqui vai minha opinião sobre A menina que roubava livros.
Primeiramente um resumo. O livro é dividido em partes (não sei pra quê!), que é dividido em capítulos. A história é a seguinte: Liesel Meminger é uma órfã, sua mãe a deu para adoção, seu irmão estava junto no trem, porém não resistiu a fome e doença do inverno alemão. E esse dia é o dia em que Liesel encontra a Morte pela primeira, das três vezes durante 1939–43 na Alemanha nazista.
Porém não é Liesel quem narra sua própria história, a narradora é a Morte, cuja função é recolher a alma de todos aqueles que morrem sem intervalos. Durante a sua passagem pela Alemanha, na Segunda Guerra Mundial, ela encontra a protagonista, Liesel Meminger, em uma estação de trem enquanto o irmão mais novo de Liesel é enterrado próximo ao local. A garota, ao perceber que o coveiro presente deixou um livro, O manual do coveiro, cair na neve, rouba ele e é levada, então, até a cidade fictícia Molching, onde a sua mãe pretende entregá-la a uma família para que adotem ela. Na Rua Himmel, reside o casal de classe trabalhista formado por Hans e Rosa Hubberman. Lá, ela convive com os novos responsáveis e vai à escola, assim como faz amizade com o vizinho Rudy Steiner.
Ao longo dos quatro anos que viveu com os Hubberman, roubou diversos livros e aprendeu lições com eles. Eles acolheram um judeu, Max, para poder ajudá-lo, devido à uma antiga promessa feita por Hans Hubbermann, à sua mãe. Hans Hubbermann tenta ajudar outro judeu durante uma caminhada e é advertido pelo soldado alemão que o agride. Max resolve, pois, ir embora, para a segurança da família que o acolheu.
Um bombardeio na vizinhança fez com que Liesel fosse a única sobrevivente, tendo no final encontrado Max, também seu amigo.
Como eu já disse o livro é enjoado de ser lido nas três primeiras partes, na 4ª parte a história começa a ficar interessante, não menos cansativa, é quando Max Vandenburg (o judeu) se esconde na casa dos Hubermann, fica doente, dorme por dias, passa por apuros quando um policial alemão vai a casa verificar se o porão, onde ele se esconde, é bom o suficiente para ser esconderijo contra bombas da guerra para os vizinhos. Eu comecei a me prender mesmo na história na oitava parte, onde a guerra já começou e rolam varias coisas não só mais com a Liesel, mas envolve toda a família e alguns vizinhos, aí sim, ficamos presos a história até o final!
Mas o livro é bom para quem gosta de história, tem um pouco sobre a Alemanha nazista, tem um pouco da primeira guerra mundial, é uma mistura de ficção com realidade, acho que ficaria melhor se fosse filme.


"QUANDO A MORTE CONTA SUA HISTÓRIA,
VOCÊ DEVE PARAR PARA LER."


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Marley e eu (Marley & Me)

Quando esse livro foi lançado o meu 1º cachorro também havia morrido a pouco tempo, e você podem imaginar como foi que eu fiquei ao ler esse livro, e no capitulo que é narrada a morte de Marley, eu chorei de soluçar, e não conseguia parar! Bem acho que adiantei o final da história, mas acho que quase todo mundo sabe qual é a história de Marley e eu, não?
Pois bem, a história de John e Jennifer Grogan, que ao casarem entram em conflito da capacidade em serem pais, assim, John busca conselho com um amigo, Sebastian, que o aconselha em adotar um cachorro, John aceita a sugestão e com Jennifer adotam Marley, um cachorro de "liquidação", um labrador de 5kg, que tem medo de tempestades e extremamente forte, chegando ao peso de 45kg, mudando completamente a vida de seus donos.
Depois de algum tempo, Jonh e Jennifer decidem que chegou a hora de ter um filho. Em dois meses de temtativas Jennifer engravida, mas o bebe está morto em sua barriga, voltando a engravidar dois meses depois do 1º filho do casal.É dessa gravidez que surge Patrick o primogênito do casal Grogan. A chegada de Patrick a casa, preocupa por uma possível rejeição de Marley ao novo membro da família. Contudo para a surpresa de todos (e até mesmo desconfiança de alguns) Marley recebe muito bem e logo se familiariza com o bebê. Depois disso vem a mudança de rotina que exigiu que John e Jenny passassem a fazer seus horários em torno de seus dois bebês (Patrick e Marley) e é nessa parte do livro que estão alguns dos mais hilários episódios e que claro não vou revelar aqui. Aos poucos os novos detalhes se tornam rotina e a família se encontra feliz. Jenny conversa com John sobre quando pretenderiam ter um outro filho, e ambos entram no acordo de novamente deixar de usar métodos anticoncepcionais, planejando que assim como aconteceu da primeira vez demorasse algum tempo até chegar o novo bebê, porém não foi como o esperado e em pouco tempo veio a nova gravidez. Desta vez a gestação não foi tão simples, mas felizmente o bebê Conor Grogran, veio a vida bem. Com ele vieram também mais obrigações, uma rotina cada vez mais apertada e estressante e tudo isso acaba em um conflito entre Jenny e Marley. Jenny se sentindo sobrecarregada com todas as situações, se cansa do comportamento de Marley e exige que John mande-o embora. Ele então se vê em uma encruzilhada: salva seu casamento e se livra de seu querido amigo? Tenta de algum modo convenser Jenny de que se livrar de Marley seria uma maá idéia mesmo correndo risco de brigar com a esposa? Para saber como termina essa história somente lendo o livro mesmo. Este resumo apresenta uma pequena parte de uma narrativa levada muito bem pelo autor. Uma leitura muito prazerosa que envolve momentos de drama, emoção e principalmente momentos hilários.Fonte: http://pt.shvoong.com/books/498878-marley-eu-vida-amor-ao/#ixzz1StI0GwYa
E daí, em 2008 saiu a adaptação para o cinema de Marley e eu, e com um atraso de 3anos, me rendi e vi o filme, como sempre, um corte aqui, uma mudança ali, mas o roteiro, gente, é muito bom, apesar dessas mudanças feitas que para quem leu o livro há algum tempo não vai nem lembrar. E não tive como conter mais uma vez as lágrimas, chorei de soluçar! 
Foi mais uma adaptação que adorei de ter assistido, e aqui escrevo para que outras pessoas que leram o livro e não viram o filme por medo da porcaria que poderia ser, que sim, vale a pena assistir Marley e eu para se emocionar mais uma vez!






quinta-feira, 28 de julho de 2011

O menino do pijama listrado (The Boy in the Stripped Pyjamas)

“É muito difícil descrever a história de O menino do pijama listrado. Normalmente, o texto de orelha traz alguma dica sobre o livro, alguma informação, mas nesse caso acreditamos que isso poderia prejudicar sua leitura, e talvez seja melhor realizá-la sem que você saiba nada sobre a trama.

Caso você comece a lê-lo, embarcará em uma jornada ao lado de um garoto de nove anos chamado Bruno (embora este livro não seja recomendado para garotos de nove anos). E cedo ou tarde chegará com Bruno a uma cerca.
Cercas como essa existem no mundo todo. Esperamos que você nunca se depare com uma delas.” (orelha do livro)
Porém tentarei descrevê-lo para vocês:
Bruno tem nove anos e alienado sobre o Holocausto e a Solução Final contra os Judeus, na Alemanha de Hitler. Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito, pois seu pai ser coronel. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas “aventuras”, como chamava, Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que coincidentemente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando esclarecer o mistério que ronda as atividades de seu pai.
 "O Menino do Pijama Listrado" é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

Já o filme como qualquer outro adaptado de livros tem suas partes que deixam a desejar, logo de inicio você já ver algumas diferenças da narrativa do livro ao visual do filme, a casa para aonde a família se muda também é diferente ao que todos vão imaginar, mas fora isso, os detalhes, o filme é muito bem feito, como a fotografia, confesso que não entendo muito dessas coisa, mas o filme é lindo e acho que mais emocionante do que o livro, vale a pena ler e ver!
#choreinofim





quinta-feira, 21 de julho de 2011

Comer, rezar, amar (Eat, Pray, Love)

Levei muito tempo para ler esse livro, até porque minha amiga sempre esquecia de me emprestar, não só por isso, mas acho que não era o momento certo, após ler esse livro encontrei forças para fazer certas coisas em minha vida e antes de falar sobre esse livro, vamos ao que ele me fez refletir, em um dos meus maiores posts:

Será que podemos estar junto de Deus, mas não deixar de lado as coisas mundanas? Se não, então se não temos as coisas mundanas, temos a Deus, mas se não temos a Deus estamos só no pecaminoso mundo? Mas qual sentido teria isso tudo, então?
Será que o que você faz hoje, o namoro, o emprego, os amigos, o casamento, os filhos, o estudo... será que tudo isso que você está buscando na sua vida é o que você realmente quer para sempre?
Comer, rezar, amar...
O que você faria para Deus prestar mais atenção no seu problema, para que possa ser resolvido mais rápido? Elizabeth Gilbert fez um abaixo assinado onde pessoas vivas e mortas, conhecidas ou desconhecidas pessoais dela assinaram.
Você teria coragem de largar tudo e ir atrás do seu maior sonho? Viagem, praticar outras línguas, conhecer novas culturas, abrir uma boutique... você já viveu hoje para você?
"Que quantidade incrível de fatores constitui um único ser humano!
Em quantas camadas nós funcionamos, e que quantidade de influências recebemos de nossas mentes, corpos, histórias, famílias, cidades, almas e almoços!"
"Nunca se esqueça de que, um dia, em um instante de espontaneidade, você reconheceu a si mesma como uma amiga!"
Devemos saber logo o que realmente queremos, pois a vida parece longa, mas é como uma casquinha de sorvete no verão, quando menos esperamos já acabou e, nesse caso, não adianta ficar com gostinho de "quero mais", pois a vida, essa não podemos comprar outra!!!
Todos temos palavras para definir as coisas, temos um significado para cada palavra, como saudade que só existe na língua portuguesa para definir uma lembrança melancólica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoa(s) ou coisa(s) distante(s) ou extinta(s).(Dicionário Aurélio)
Qual é a sua palavra? Você saberia se definir?
Uma coisa que ninguém pensa, é na gratidão à Deus pelas coquistas, por tudo que temos e tudo que teremos. Já parou para agradecer à Deus hoje? Pelo que você é grato?
"Procurei freneticamente o contentamento durante tantos anos, de tantas maneiras, e todas essas aquisições e realizações - elas no fim acabam com a sua energia. Se você correr atrás da vida com sofreguidão demais, ela leva à morte. O tempo - quando perseguido como fronteira ou uma sala na sua frente, mudando de nome e de cor de cabelo para enganar você, saindo pela porta dos fundos do hotel no mesmo instante em que você chega ao lobby com seu mais recente mandado de busca, deixando apenas um cigarro aceso no cinzeiro como provocação. Em determinado momento, você precisa parar, porque ele não vai parar. Você precisa reconhecer que não vai pegá-lo. Que a ideia não é pega-lo. Em determinado momento, [...], você precisa relaxar, ficar sentado e deixar o contentamento vir até você." 
Todos achamos que sabemos o que é bom para nós. Pedimos a Deus e/ou lutamos por aquilo, mas você já parou para pensar se é isso mesmo que é essencial para você?
Em nossas orações pedimos à Deus e Ele sabe do que precisamos, mas você sabe do que precisa? Está realmente preparado para receber o que precisa? Esta realmente fazendo por onde para receber isso? Fé não é só acreditar em Deus, Fé é acreditar  que Deus pode fazer tudo e qualquer coisa por você, Fé é não buscar a Deus quando se precisa, mas também agradecer por ("somente") estar vivo, ter saúde, poder lutar por suas conquistas, e não ficar sentado esperando que Deus jogue do céu o que você precisa, pois de lá só cai água!
Mas... mudando de assunto, porém sendo mais ou menos o mesmo, qual é a sua idade hoje? Não a sua idade real, mas a de seu espirito, mental, se sente como uma criança de 10 anos toda serelepe ou um velho cansado de 80?
O mundo está tão preocupado com a estética física que acabamos por esquecer a espiritual. Tantos produtos para o rosto e corpo que esquecermos do momento de calma, de respiração tranquila e sei que muita gente faz ioga para melhorar o preparo físico e não espiritual e se isso acontece é por pura consequência! 
E para que comprar um relógio de ouro? Um brinco, uma jóia, se há tanta gente no mundo que necessita de um terço desse dinheiro gasto, para apenas comer, nascemos nus e sem nada, morremos e usaremos apenas uma peça de roupa, está bem, confesso que não vai ser por esse livro que vou deixar de ser consumista, mas podemos consumir e ajudar aos mais necessitados que nós!!!!!!!
Mas vamos a história do livro: Liz é uma escritora que resolve tomar conta da sua vida e fazer um montão de coisas que gosta (viajar, conhecer, sentir e aprender) mesmo tendo de desistir de um casamento com um homem que a amava. Logo de cara, no primeiro capítulo, ela está ajoelhada, no chão do banheiro, no meio da madrugada e aos prantos pedindo uma luz pois seus desespero é tanto que ela não consegue ver uma saída. É nesse momento que ela começa a rezar, espontaneamente, e o livro começa. Elizabeth Gilbert resolve aprender melhor o italiano, e o melhor lugar para isso é a Itália, e é pra lá que ela vai! Ela quer aprender a Deus e a si mesma, então o melhor para isso é meditar, e um dos melhores lugares é: Índia e Indonésia
Esse livro é para ser lido por pessoas espirituais, por pessoas que gostam de biografia, pessoas que gostam de romance, pessoas que gostam de comédia, pessoas que gostam história de países, simplesmente por pessoas que gostam de ler, então esse livro TEM que ser lido por todos!!!! E acho que nem preciso dizer que amei lê-lo, apesar de ter demorado!!!!! 
E quanto ao filme que fizeram, não posso falar nada, eu até iria baixar, porém a pessoa que me emprestou (indicou) o livro e amou mais ele do que eu, disse que o filme é uma grande porcaria e me indicou: "Não veja, não perca tempo da sua vida!", então não verei, e não comentarei.


"No final das contas, porém, talvez todos devamos parar de tentar retribuir às pessoas deste mundo que apoiam nossas vidas. No final das contas, talvez seja mais sábio se render à milagrosa abrangência da generosidade humana e simplesmente continuar dizendo obrigado, para sempre e com sinceridade, enquanto tivermos voz."


Obrigado Monique, por ter me emprestado o livro e de certa forma ter mudado parte de minha vida!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

A Paixão segundo G.H. (Clarice Lispector)


Essa obra de Clarice é mais uma das quais você lê e se apaixona. A personagem-narradora está em busca do seu eu, do sentir, amar, as razões de viver e sua identidade,e é pela introspecção radical que  ela tenta achar.


A narradora e personagem do romance está em seu apartamento tomando café, como faz todos os dias. Dirige-se ao quarto da empregada, que acabara de deixar o emprego. Lá ;vê subitamente uma barata, saindo de um armário. Este evento provoca-lhe uma náusea impressionante, mas ao mesmo tempo , é o motivador de uma longa difícil avaliação de sua própria existência, sempre resguardada, sempre muito acomodada. A visão da barata é o seu momento de iluminação após o qual já não é a mesma , já não é a criatura alienada que tomava café distraidamente em seu apartamento. Nesse momento, surge na narradora a consciência da solidão.
E quem nunca quis se achar, saber os motivos e porques da vida? É uma história sem inicio nem fim, uma história continuada que nos leva ao profundo de nós mesmos através da personagem. 
E nos faz procurar o nosso lado que mostramos e gostamos, e o lado obscuro que escondemos a 7 chaves de todos, esse lado nojento que escondemos, as vezes, até de nós mesmos.

"A barata é um ser feio e brilhante. A barata é pelo avesso. Não, não, ela mesma não tem lado direito nem avesso: ela é aquilo. O que nela é exposto é o que em mim eu escondo: de meu lado a ser exposto fiz o meu avesso ignorado. Ela me olhava. E não era um rosto. Era uma máscara. Uma máscara de escafandrista. Aquela gema preciosa ferruginosa."



segunda-feira, 2 de maio de 2011

Lolita

Voltando ao mundo dos livros, ao qual nunca saí, fui obrigado a ler (não li tudo) o livro Lolita (1955), gente que inferno de livro, sou mil vez fã do seriado que se originou desse livro (Presença de Anita) do que disso! Tipo assim, é um romance em língua inglesa, de autoria do escritor russo Vladimir Nabokov, publicado pela primeira vez em 1955.
O romance é narrado em primeira pessoa pelo protagonista, o professor de poesia francesa Humbert Humbert, que se apaixona por Dolores Haze, sua enteada de doze anos e a quem apelida de LOLITA. O professor, que já conta com uma certa idade, desde o início se define como um pervertido e aponta como causa um romance traumático em sua juventude.(fonte: Wikipédia).
A história, pode-se dizer, que é até boa, mas ler o livro é um saco, só tem narrativa, narrativa e mais narrativa, é pouquíssimo dialogo, alias, pra mim é nenhum e você fica lendo, lendo, lendo muitos detalhes que enchem o saco! O livro tem um total de 310 páginas, me rendi na 73ª. Deste livro originaram-se dois filmes, um em 1962 e outro em 1997 que eu ainda não vi, e como eu já sei a história, mais ou menos, acredito que os filmes devem ser melhores, pois essas partes desnecessárias, ricas em detalhes bobos, não são contadas!Foi dái também que se originou os termos lolita e ninfeta para meninas menores de idade ou pubescentes sexualmente atraentes e/ou precoces.
Enfim, esse post foi mais um desabafo do que um post pensado e escolhido, obrigado por ter lido, ou não.
  Trailer de Lolita (1962)


 Trailer de Lolita (1997)

sexta-feira, 25 de março de 2011

Shakespeare Apaixonado (Shakespeare in love) - Romeu e Julieta (Romeo and Juliet)

Bom gente, vamos a minha fala de sempre, de como cheguei ao filme e ao livro, apesar de não serem atuais. Como sempre por causa da faculdade tive que ler Romeu e Julieta, nunca o tinha lido e nem sabia como era sua escritura, como a maioria, sabia o enredo e o fim da história, mas não ela toda, pois bem fui ler, puta que pariu que leitura chata, não pela história, é bem escrita, tem um enredo bom, adorei a história, mas como é um texto para teatro... é chato de se ler! Entra fulano, sai cicrano, entram fulaninha e cicraninha, cacete de tanto entrar e sair eu nasci! Creio que não necessito escrever aqui a história ou um resumo dela, pois em tudo que é lugar a tem, mas no final, como disse uma das minhas melhores amigas, eles foram afobados, com um plano genial daqueles, se matam? Tudo bem, tudo bem, vão me dizer que Romeu não sabia do plano... Tá, mais "idaí"? Precisava "sair morrendo" desse jeito? E o Frei, não podia ser um pouquinho mais rapido? Ai, estou acostumado com finais felizes, a Disney me ensinou assim! De uma vez por todas, não gosto de dramas!

Mas vamos ao filme, que foi indicação do professor, ele usará "Cartas para Julieta" que comentarei em breve, mas vamos combinar que Shakespeare apaixonado é muito bom! É a história da história, não ela contada certinha como no livro, é a história de William Shakespeare escrevendo Romeu e Julieta.

William Shakespeare precisa escrever uma nova peça de teatro, uma história de amor com fim trágico, mas está sofrendo um bloqueio e somente uma musa inspiradora poderá ajudá-lo. Ao se apaixonar por Lady Viola, ele volta a ter inspiração e escreve a peça Romeu e Julieta. Acho que não preciso nem dizer que é um amor impossível. Claro que é bem melhor o filme, do que o livro, não que a peça de teatro seja ruim, mas não posso falar, pois nunca a vi.
E o final do filme, que coisa! Muito mais emocionante, o único problema é que eles não terminam juntos, de certa forma é o mesmo fim do livro, porém vivos, que é muito mais legal, e nada nem ninguém me tira da cabeça que aquela praia que ela surgiu era no Brasil, prestem bem a atenção, é como na carta de Pero Vaz de Caminha a Portugal, só que sem os índios pelados...
O filme venceu em sete categorias do Oscar de 1999: melhor filme, melhor atriz (Gwyneth Paltrow), melhor atriz coadjuvante (Judi Dench), melhor direção de arte, melhor figurino, melhor trilha sonora de comédia/musical e melhor roteiro original. 
Bem acho que não sou muito bom para fazer criticas, minha amiga disse que preciso desenvolver melhor as histórias, mas estou no começo, acredito que um dia serei melhor. Bom, pra terminar, você que ficou interessado em assistir, vale a pena apesar do filme ser 1998 não há problema algum nisso, é muito bom, pelo menos eu gostei!

Filme legendado:   http://www.mediafire.com/download/cfqufhb0l91z51r/Shakespeare_Apaixonado.wmv.torrent

quinta-feira, 10 de março de 2011

A última chance - Marcelo Cezar pelo espírito Marco Aurélio


Estou num momento muito leitura, não só pela faculdade, mas por eu estar com vontade de ler mesmo, é uma necessidade sem igual, tanto que quando uma amiga me falou desse livro me empolguei, mas pelo pré-conceito já existente em todas as pessoas, quando ela me disse que era espiritual eu imaginei outro tipo de história, porém quando me forcei a ler-lo me encantei.

A história é de homossexualismo no Brasil da década de 1980, quando a SIDA (aids) estava sendo conhecida por todos, o grande preconceito da sociedade não só com a doença, mas pelo grupo que a adquiria na época, os gays. Longe de ser um drama fatal, a história é contada com leveza, com uma proposta de quebra de tabus para com os soropositivos e gays. Traz os dramas dos gays de se assumirem diante da família, a aceitação e o respeito acima de todo dos familias, que nem todos tem, além do medo de adquirir a doença fatal, que naquela época quase não se tinha remédio e o que tinha era tão forte que os efeitos colaterais fazia com que muitos desistissem do tratamento. 
Independente de religião esse livro deveria ser por todos lido, para que pudessem abrir um pouco mais a mente, pois é esse o propósito, amar o próximo ou pelo menos respeitá-lo da maneira que ele é.
"Eu sou amado e protegido de Deus!"

quarta-feira, 2 de março de 2011

Clarice Lispector


Quem sou eu para falar dessa escritora maravilhosa? Enfim...

Há algum tempo eu lia alguns pensamentos e/ou fragmentos dos seus livros, até que no ano passado na faculdade o professor nos pediu que lesemos um desses livros (Felicidade Clandestina) e me encantei, e foi quando vi também na televisão um documentário falando de vida e obra da Clarice, me interessei pela história do livro A Paixão Segundo G.H. , porém quando fui comprar não o tinha na livraria e acabei comprando Uma Apendizagem ou o Livro dos Prazeres, foi aí que conheci e percebi o quão profundo é a escrita dela, este livro conta a história de uma mulher que sai do interior do estado do Rio (Campos dos Goytacazes), é uma pessoa reservada, que precisa aprender a viver, a amar... É quando ela conhece um professor de filosofia que a ajuda a "ser", ser ela mesma, não se preocupar com os outros, não pensar em perguntas ainda não respondidas, e viver vencendo qualquer diferença...
"[...]uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para frente."

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O Morro dos Ventos Uivantes - Emily Brontë


Antes de falar do livro, vou contar a minha breve história
com ele.Uma amiga me indicou e emprestou esse livro,de
começo eu o achei chaaato,e já até havia
desistidode continuar a ler ainda no 3º capitulo.
Fiquei comesse livro de novembro até fevereiro,
isso mesmo,passei todas as férias com ele parado
em minha estante,apenas enfeitando, até que, no
dia 09/02 em aula, Ensino e Aprendizagem do Português,
o professor me incentivou a pega-lo para terminar de ler,
mas não diretamente, ele apenas disse que como professores
deveríamos ler de tudo um pouco,ai eu pensei: “Porque não?
O livro pode ser chato,mas ao menos poderei dar minha opinião
sobre ele, terei algo para dizer quanto o assunto surgir.
E na mesma quarta eucomecei a ler.
1ª capitulo, 2º capitulo, 3º capitulo, “que merda estou
fazendo lendo isso!?”, 4º capitulo tudo começa a ser explicado
dos capitulo anteriores, tudo começa a ficar mais claro na mente,
a história começa a ficar interessantee não consigo mais parar
de ler, até que as 2hs da manhã não conseguiamais ficar
de olhos abertos, li indo para a faculdade, li antes de dormir,
e a cada capitulo queria ler mais, só parava quando não tinha
mais jeito,tinha mesmo que parar!
14º capitulo, 15ºcapitulo, uma sensação estranha começa a
me acometer,sim, parecia que eu estava adivinhando o
que viria pela frente, 16º capitulo não me agüento e choro,
choro, choro com a morte de uma das personagens,só outro
livro me fez chorar em toda minha vida (Marley e eu) e esse
era o 2º.Depois desse capitulo me arrependera amargamente
de ter pensado em deixá-lo para trás, é uma ótima história
contada de uma maneira melhor ainda,não que essa história
já não tenha sido contada, mas dessa forma só este livro!
Vale a pena comprá-lo, ter-lo em sua estante, e de vez em
quando o reler. Mas depois de toda essa propaganda
vamos a história:
“[...] é a história inesquecível de uma amo que nasceu
na infância entre Catherine Earshaw e Heathcliff, órfão
adotado pelo pai da jovem elevado para Wuthering
Heights, a propriedade da família.Enquanto Catherine
cria laços com Heathcliff, o irmão dela, Hindley,
o despreza, tratando-o como rival. Heathcliff cresce
dividido entreo amor por Catherine
e a raiva por todas as humilhações às quais é submetido.
Uma situação que o obriga a tomar uma decisão que
mudará sua vida.
Em meio à violência de uma tempestade de verão,
ele abandona Wuthering Heights. Passa os três anos
seguintes longe e, durante esse período,Catherine se casa,
apesar de seu coração ainda pertencer a Heathcliff.
Ao voltar para o seio de sua família adotiva,
ele é um homem maisforte e maduro, pronto a impor
a seus velhos inimigos uma vingança
tirânica,que por anos manteve reprimida.
Livre das convenções sociais de seu tempo
e com uma intensidade emocional sem precedentes,
O Morro dos Ventos Uivantes é um romance original
e profundamente trágico, que se consagrou como uma
das maioresobras da literatura britânica do século XIX.
Um grande livro em uma traduçãoassinada por uma
das melhores escritoras brasileiras de todos os tempos,
Rachel de Queiroz.”
O que mais falar? Simplesmente o livro é MUITO BOM!